

A partir de hoje além desse espaço estarei publicando meus textos em outros cinco blogs. Qual o intuito de arranjar mais trabalho. Simples, dar uma identidade para cada um deles, já que muitos assuntos são tratados aqui, gerando uma certa esquizofrenia eletrônica.
Os quadrinhos agora estão no blog Aquela do cara da loja de quadrinhos, só que no Blogger.
O cinema e TV estão no Na telona e na telinha.
A fórmula 1 está no Fórmula 1 forever.
As histórias que eu invento estão no Causos e mentiras deslavadas.
Por fim, todos os outros assuntos estão no Tudo continua igual.
Aproveite para acessar desde já, porque todos estão com postagens novas, publicadas hoje.
A maioria dos posts será republicada neste espaço, afinal, um pouco de loucura precisa permanecer.

Porque é que a gente deixa o blog ás moscas. Sei lá! Mas voltei, antes tarde do que nunca e vou colocar alguns assuntos em dia:
Briga no Senado: não acompanhei, porque quando vi as manchetes com as palavras Collor e Sarney, pensei que era alguma reportagem sobre ex-presidentes. Ainda bem que nenhuma jornalista brasileira foi presa na Coréia do Sul, porque se elas dependessem de nossos ex-presidentes para serem libertadas...sei não. Se bem que o Itamar poderia achá-las bonitinhas.
Futebol: o São Paulo está perdendo. A manchete no Jornal do dia seguinte: "Corinthians empata novamente." O São Paulo está ganhando. A manchete do jornal do dia seguinte: "Corinthians perde e esté em crise". São Paulo é tetra-campeão brasileiro. Manchete do jornal do dia seguinte: "Por pouco Corinthians não é rebaixado." Final da Libertadores entre dois times brasileiros. O jogo televisionado é o amistoso entre Corinthians e Perth Glory da Austrália.
Cinema: assisti Era do Gelo 3. Consegue divertir adultos e crianças, ao contrário da maioria das comédias live-action que sempre são segmentadas para adolescentes e adultos. Será que só animações conseguem essa façanha hoje em dia?
DVD: assisti as 1ªs temporadas de Friends e McGyver. Ri muito com a primeira, apesar do visual meio dos anos 90. Com a segunda lembrei o que é possível fazer com um barbante, um clips e um canivete suiço.
Gibis: estou relendo toda a série Sandman. É impressionante como existem coisas que não envelhecem. Se você ler a maioria dos hits da Marvel e da DC lançados na mesma época é possível que você vomite depois, mas ler ou reler Sandman é sempre revigorante. Estou acompanhando também Vingadores x Defensores e até agora está divertida, vamos ver como se encaminha o desfecho.
Fórmula 1: duas grandes perguntas são aguardadas pelos fãs de automobilismo para os próximos GP's. A primeira, quando Massa volta? A segunda, será que Schumacher mostrará serviço? Acredito que no máximo em três GP's Massa deve voltar. Shumacher deve dar trabalho como sempre e se ficar muito tempo pode até ajudar Button ser campeão, tirando pontos dos adversários.
Amanhã, volto com novidades.
Uma porta se abre e um homem cheio de pó e cansado chega na casa do irmão. Ele vem da guerra da secessão americana, lutou defendendo o lado que foi derrotado. O irmão, a cunhada e os sobrinhos o recebem bem. Ele sai, juntamene com o namorao de uma das sobrinhas para caçar algns índios que ameaçam as propriedades locais. Quando voltam sua família foi massacrada. Seu irmão e sua cunhada mortos. Suas sobrinhas sequestradas pelos índios. Ele e o namorado de uma das sobrinhas saem numa busca que dura muitos anos. Uma das sobrinhas é encontrada morta. A outra está em poder dos índios. Quando a encontram ele é uma índigena. O instinto do seu tio diz para matá-la porque ele já não faz parte da sua família.
Lutando pelo lado dos yankees e ferido durante uma batalha da guerra da secessão americana, o tenente John Dunbar não queria perder sua perna. Sem alternativa ele tenta o suicídio. Ironicamente ele muda o curso de uma das batalhas favoravelmente para o lado da união. Ele não perde a perna, vira herói, é condecorado e escolhe ir para a base mais distante onde o exército atua. Lá ele não encontra ninguém. Apenas um lobo. Ele arruma o lugar e tem curiosidade em ver búfalos. Ele trava contato com uma tribo de índios Sioux. Faz uma amizade forte com dois deles. Conhece uma branca que vive deste criança com os indígenas. Casa com ela e passa a viver como índio. Sua felicidade dura até a chegada de uma brigada de militares enviados para controlar sua antiga base. Ele é preso e rapidamente condenado como traidor.
Rastros de Ódio e Dança com Lobos são excelentes filmes produzidos em Hollywood, que retratam a mesma época. O fim da Guerra da Secessão americana e a colonização total dos estados americanos, unidos desde então. No primeiro, John Wayne é um confederado rancoroso que tem ódio dos índios, retratados como inimigos da civilização americana. No segundo, Kevin Costner é um soldado da união que repensa sua maneira de enxergar a vida convivendo com os índios, retratados como um povo incompreendido.
Dois ótimos filmes, que mostram como os homens brancos destruíram toda uma civilização de milhares de anos e como tudo poderia ter sido evitado.
Ontem assisti por acidente (acordando no meio da noite...ligando a TV...Intercine) um filme enfocando Dwight D. Eisenhower o comandante supremo das tropas aliadas durante a II Guerra Mundial. Mostrando um lado mais emotivo do comandante, o filme coloca em questão a validade de desperdiçar vidas humanas para um bem maior. Além disso, a trama mostra apenas os bastidores da preparação para o Dia D, 6 de junho de 1944, a estratégia que levou à vitória aliada. Tom Selleck encarnou Eisenhower, raspando a cabeça e seu costumeiro bigode.
A guerra sempre permeou a existência da espécie humana. Seja para defender territórios de inimigos desconhecidos ou para ampliar o poder de algum imperador do momento. O certo é que por decisão de algum mandatário, várias pessoas, por vontade própria ou obrigação, acabam pagando com a vida para que outros possam continuar trabalhando da forma que seus governantes achem melhor.
A I Guerra Mundial ficou conhecida por ser a mais sangrenta, mas nunca teve a importância de sua sucessora, principalmente por não ser tão documentada, em função dos recursos da época.
A II Gerra Mundial, foi aquela pela qual todos lutaram pela liberdade e contra o nazismo. Documentada e recontada à exaustão pelo cinemão norte-americano, a II Guerra sempre teve um caráter heróico exaltado, principalmente por causa do holocausto praticado pelos nazistas e mesmo que houvessem outros motivos, somos gratos a todos os que lutaram nas batalhas dessa guerra.
Isso mudou com as guerras que vieram a seguir, porque Vietnã, e as duas Guerras do Golfo, ironicamente desencadeadas por pai e filho em momentos distintos, tinham motivos políticos e econômicos que desagradaram a opinião pública sobremaneira.
Além das guerras empreendidas pelos superpoderosos Estados Unidos da América, o leste Europeu, o continente Africano e o Oriente Médio, nunca deixaram de ter um conflito sequer após o término da II Guerra.
A pergunta que fica é: será que a humanidade evoluiu mesmo após a II Guerra? Porque precisamos ficar brigando? 500 bilhões de dólares saem sabe-se lá de onde para a construção de estádios para uma copa do mundo, mas nenhum tostão é gasto para acabar com a fome no mundo.
Enquanto humanidade evoluímos muito tecnologicamente, porém ainda somos os mesmos Neanderthais de sempre.
A população de uma forma em geral acompanhou a polêmica da distribuição incorreta para alunos de 5ª série do álbum "Dez na área, um na banheira e ninguém no gol", produzido por premiados autores em âmbito nacional e internacional e explorada de forma sensacionalista por diversos órgãos de imprensa, chegando inclusive a ser ofendido enquanto criação artística pelo Governador José Serra.
Quando parecia que o bom-senso estaria prevalecendo sobre um equívoco banal, eis que surgem novamentes vozes reacionárias defendendo a proibição nas bibliotecas escolares de álbuns de ninguém menos que Will Eisner, indiscutivelmente um dos maiores quadrinhistas da história. Inconformados com essa verdadeira afronta a cultura, os professores doutores Waldomiro Vergueiro, Paulo Ramos, Gazy Andraus e Roberto Elísio dos Santos, e não este pobre escriba semi-analfabeto, defendem de forma correta e embasada as HQ´s. Transcrevo abaixo a carta que nomeia esta postagem. Leiam com atenção e tirem suas próprias conclusões.
"Carta aberta às autoridades brasileiras de educação
Temos visto com muita ressalva atitudes recentes de retirada de obras em quadrinhos do norte-americano Will Eisner de bibliotecas de escolas. Entendemos tratar-se de um exemplo de desconhecimento sobre o conteúdo do material.
Levar tal material à escola corrige um equívoco histórico no Brasil. Houve uma época no país em que os quadrinhos eram nocivos somente por serem quadrinhos. A censura a eles escondia motivos de ordem política e comercial.
Retomar tais discursos, calcados na falta de argumentos sólidos, revive o fantasma de 60, 70 anos atrás.
Assim como a literatura, os quadrinhos são forma de leitura autônoma, com forte eco entre os alunos, como confirma a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2008.
O argumento de que os livros de Eisner são inadequados ao estudante do ensino médio, a quem foram direcionados, é frágil e revela uma leitura equivocada e parcial do conteúdo, resumido a poucas cenas.
“Um Contrato com Deus e Outras Histórias de Cortiço”, “O Sonhador” e “O Nome do Jogo” mostram histórias de vida, ambientadas nos EUA nas décadas iniciais do século 20.
As situações que podem agredir a uns integram a realidade vivida pelo autor, que passou a infância e a juventude na mesma época, nessas situações.
Apesar das dificuldades, Eisner, falecido em 2005, tornou-se um dos mais respeitados autores de quadrinhos do mundo.
São dele alguns dos primeiros romances gráficos produzidos nos Estados Unidos. O gênero encontra em 2009 várias publicações produzidas por autores brasileiros.
A escola tem a função de levar o mundo ao estudante por meio de leituras e de práticas de letramento, inclusive visual.
Os três quadrinhos em pauta oferecem tais conteúdos, acentuados se direcionados aos alunos por meio de práticas pedagógicas afins.
Reiteramos a qualidade das três obras do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) e defendemos que podem, sim, ser levadas aos estudantes do ensino médio.
E devem integrar bibliotecas escolares, e não serem retiradas dela. O simples controle de empréstimo das obras resolver as questões de acesso a alunos das séries iniciais.
Os argumentos em contrário têm se mostrado infundados, fruto de receio e não de fatos. Dos pontos de vista do conteúdo e pedagógico, oferecem rico material a ser usado com os alunos.
Assinam a carta os doutores
Elydio dos Santos Neto, docente-pesquisador do mestrado em Educação da Universidade Metodista de São Paulo.
Gazy Andraus, professor da Unifig (Centro Universitário Metropolitano de São Paulo) e vencedor do Troféu HQMix, em 2007, na categoria melhor doutorado.
Paulo Ramos, jornalista e professor adjunto do curso de Letras da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo). É autor de “A Leitura dos Quadrinhos” (2009) e co-autor de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (2004).
Roberto Elísio dos Santos, professor de comunicação da USCS (Universidade de São Caetano do Sul). É autor de “Para Reler os Quadrinhos Disney” (2002) e um dos organizadores de “Mutações da Cultura Midiática” (2009).
Waldomiro Vergueiro, livre docente em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos da USP e um dos organizadores do livro “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (2004)."
Fonte: Blog dos quadrinhos.

Ontem tivemos vários eventos esportivos que ajudaram a esquecer Faustão, Silvio e Gugu, pelo menos por algumas horas.
Na Fórmula 1, tivemos um passeio de Sebastian Vettel em Silverstone e uma dobradinha da Red Bull, uma equipe que cresceu absurdamente com a chegada do alemãozinho, que tem tudo para repetir o sucesso do seu compatriota Schumacher. Ainda é cedo para dizer se a Red Bull é candidata ao título, pois Silverstone é uma pista que favoreceu a equipe austríaca. Teremos que esperar as próximas etapas em pistas com características diferentes, mas é bom a Brawn colocar as barbas de molho. Quanto ao enrosco entre FOTA e FIA sobre o teto orçamentário para o próximo ano, as conversas continuam.
A Seleção Brasileira jogou fácil contra a Itália e calou a boca do goleiro bufão Buffon, apesar de Robinho. Porque esse garoto ainda é convocado? Ele já provou que não está nem aí com a seleção, foi um dos protagonistas do desastre de 2006, abraçou o Zidane com um enorme sorriso após a eliminação do Brasil na última Copa e está aí, jogando sozinho. Nem uma triangulação simples ele consegue fazer. Se não fosse o Luís Fabiano aquele segundo gol não sairia. Nós torcedores, muitas vezes não sabemos o que rola no meio do futebol, mas o mais comum são as panelas entre jogadores e infelizmente o Robinho é um péssimo ingrediente dessa receita, mas faz parte da panela. Dunga ainda não conseguiu espaço para tirá-lo da seleção. Percebam que quando Nilmar entra ninguém passa a bola pra ele.
Apesar da vitória do Corinthians ontem sobre o São Paulo, percebo uma certa falta de sintonia entre Ronaldo, Douglas e Dentinho. Os dois últimos estão claramente boicotando o fenômeno. São muito burros e poderiam consagrar-se jogando ao lado do atleta. As jogadas para Ronaldo invariavelmente saem dos pés de Elias e Christian. Posso estar enganada, mas vejo isso como um aspecto negativo, o que salva o Corinthians é a sua excelente defesa, com a dupla William e Chicão.
Muricy Ramalho foi fritado pelos jogadores do São Paulo com óleo fornecido pelo presidente Juvenal Juvêncio e não é a primeira vez que isso acontece. O caso mais clássico aconteceu com Carlos Alberto Parreira na década de 90. Na minha percepção, acredito que a contratação de Ricardo Gomes servirá apenas para que ele dispense os jogadores que causaram toda essa confusão. Já vi isso acontecer em muitas empresas. Existem diretores que são contratados apenas para reestruturar as equipes e depois somem no vento. Posso estar enganado, mas está me parecendo isso. O currículo do Ricardo Gomes como técnico não faz jus ao São Paulo.
Assistir Fórmula Indy na Band é ridículo. Os caras ficam passando trechos o dia todo e depois colocam o compacto perto da meia-noite de domingo, após um filme chamado Raptores, com Lorenzo Lamas!?!?!?!?!?!?!? Tenha santa paciência! Se isto foi uma estratégia para atrair os fãs, me desculpem nas vocês erraram. A prova foi vencida por Dario Franchitti da Chip Ganassi, mais conhecido como marido da Ashlley Judd, o 2º beiço feminino mais famoso de Hollywood.
Desde o início desta temporada a associação das equipes de F1 está tentando ganhar a queda de braço com a Federação de Automobilismo, sobre o regulamento do próximo ano. Sem chegar a um acordo sobre o teto orçamentário, oito das dez equipes que participam do campeonato, declararam que irão organizar uma nova categoria ano que vem. Somente Williams e Force India, já acertaram sua participação na temporada de 2010.
O que eu acho? Se isso acontecer a Fórmula passará por maus bocados durante alguns anos e depois acabarão se reunindo novamente, como já aconteceu com a Fórmula Indy nos EUA. Só sei que se isso acontecer eu não assistirei mais nenhuma das duas, porque a luta pelo poder não pode superar 59 anos de história.
Acabei de ler no site Omelete que a Marvel irá publicar uma minissérie revisitando a famigerada Saga do Clone, umas das sequências de histórias mais criticada da carreira do Homem-Aranha.
Óbvio caça-níquel, corroborado pela declaração dos criadores originais, que afirmaram que desta vez mostrarão a história como eles imaginaram, ou seja, num mundo onde o departamento de marketing e o editor-chefe não existem.
Muitos irão chiar, bufar, espernear, dizer que não era necessário, lotar fóruns de discussão, mas comprarão a revista, só para ver como ficou, para depois chiar, bufar, espernear, dizer que não era necessário, lotar fóruns de discussão e ficar decepcionado.
Poupe seu dinheiro, a Marvel esquecerá dessa história e você será mais feliz.

Acabou de passar no programa Boa Tarde da Band, comandado pela Jornalista Silvia Poppovic (um bom programa para início de tarde), que as escovas de dentes devem ser higienizadas com produto específico, caso contrário as bactérias acabam se proliferando e voltando para a nossa boca. Logo, logo nas melhores farmácias.
Um desses produtos novos que me deixam meio cabrero é o tal do creme íntimo para mulheres. Será que a água e o sabão não resolvem? Particularmente prefiro o cheiro natural da mulher, devidamente de banho tomado e olha que não precisa ser com muitas horas de antecedência não.
Depois não digam que eu não avisei.
Morro de inveja das pessoas que acharam sua vocação. Não aquela inveja ruim de desejar que o cara se de mal, apenas porque é um bom profissional, mas a inveja boa que faz com que nos perguntemos, o que eu preciso fazer pra ter sucesso?
Os médicos por exemplo. O cara que escolheu a medicina como profissão tem que ser sempre parabenizado, mesmo que seja para ficar colocando silicone em ricaças, porque só de cortar o dedo eu já me apavoro. Esse cidadão salva vidas com a sua habilidade e fica feliz com isso. Vamos esquecer aqui os Marcelos Carons da vida, que matam e ainda tem a cara de pau de continuar errando.
Mas veja bem, sucesso na minha visão, não é ficar milionário e aparecer no Faustão. Você tem sucesso quando se sente feliz com o que faz e com o que tem. Pode ser jornaleiro, enfermeiro, matemático, camelô, Silvio Santos, vendedor de Yakult ou Natura.
Meu vizinho é camelô e sempre que fala da profissão dele, a gente sente que ele gosta daquilo, que ele fala com a boca cheia, mesmo tendo que correr da fiscalização de vez em quando.
Pra utilizar um exemplo da grande mídia, veja o exemplo da Ivete Sangalo. Nunca vi pessoa mais feliz com o que faz, sempre de alto astral, de bom humor, elegante e simpática.
Não confunda felicidade com busca pelo poder. Conheci muito executivo extremamente infeliz, mas que não buscava fazer outra coisa, mesmo tendo dinheiro, para não perder o poder que possuía. Cuidado com o poder, ele é sedutor e pode ser destrutivo, tanto para as pessoas que são massacradas pela manutenção do poder apenas por estarem junto ao poder, quanto para aquele que faz de tudo para manter o poder. E quando falo em poder, estou apontando desde o porteiro do prédio, até o mega-investidor.
Eu ainda não achei aquilo que realmente gosto. Já fiz de tudo um pouco e acabei me formando em marketing, a arte de enganar as pessoas, mas eu não sou bom em enganar os outros. Minhas mentiras são todas deslavadas. Tenho afinidade com a música do Odair José “A Noite Mais Linda do Mundo”, que diz no seu refrão:
“A felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes.”
Acredito que a felicidade exista e cada um deve achar a sua, porém ainda não a encontrei em sua plenitude, apenas tive momentos felizes.
Hoje tem Amalio no Divã e o assunto é a preferência nacional. Um Top 10 super abundante.
Clique Divã do Masini.
Imagens:Google.

A notícia de destaque deste início de mês foi a adaptação dos quadrinhos da Luluzinha pela Editora Pixel, pertencente ao grupo Ediouro. Baseados no sucesso da revista Turma da Mônica Jovem, produzida pelos Estúdios Maurício de Souza e comercializada pela Panini Comics, que transforma a turminha da Rua do Limoeiro em adolescentes desenhados no estilo mangá, a Ediouro decidiu fazer o mesmo e amadurecer os personagens da turma da Lulu. Bolinha está magro, Lulu perdeu seus caxinhos e Alvinho é um skatista massa véio.

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Livros, Cinema e vídeo